Investe!

“Rogério Tavares, supervisor de Comunicação Corporativa da Fiat Chrysler Automobiles para América Latina”.

Desde setembro de 2011, quando assumiu o cargo de supervisor de Comunicação Corporativa na Fiat Chrysler Automobiles para América Latina, Rogério Tavares participa da recepção, triagem, avaliação e encaminhamento interno de projetos que se candidatam a patrocínio institucional da empresa. Para ele, “financiar um projeto de cultura é apoiar uma das mais ricas manifestações humanas: a que permite que o homem pense, critique e reinvente a sua realidade”.
Tavares descreve a cultura como o território em que as comunidades constroem e afirmam sua identidade. “É o lugar em que as pessoas produzem as representações simbólicas da realidade. É o espaço da expressão artística”, comenta. Os resultados, garante, são muito positivos: “a empresa se aproxima de sua comunidade, dialoga com o seu tempo, se humaniza, mostra que caminha junto com os membros da sociedade de que faz parte. A sociedade ganha condições materiais para produzir arte e cultura e novos talentos são revelados”.
Alguns critérios importantes para um projeto de arte e cultura ser selecionado por uma empresa, segundo Tavares, são: ser elaborado com qualidade e rigor e ser dirigido por profissionais cuja trajetória indique o compromisso com a cultura; respeitar a inteligência do público, propondo desafios estéticos; estar alinhado a valores como sustentabilidade, responsabilidade social, qualidade e inovação. Ele ainda cita algumas falhas comuns: falta de clareza e precisão nos propósitos a serem alcançados e falta de rigor no levantamento de custos.
“Empresas, governos e sociedade civil organizada devem se articular para apoiar a cultura porque ela exige ações integradas e inteligentes, demanda união de esforços, consome muitos recursos e ainda porque é um assunto que interessa a todos os cidadãos”, defende Tavares e completa: “é preciso que mais empresas reconheçam os enormes benefícios corporativos gerados pelo investimento na cultura e que os governos reconheçam que a cultura é estratégica e não secundária”.


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back to Top ↑